Occurrence In Retails, Storage Conditions And Eggshell Disinfections

29 May 2018 01:29
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is?_1lM5v3EBIOR7hCp__NlQTuMyNNWVwQSU4pj37rWG6Q&height=225 A contaminação dos ovos por salmonela se dá, a princípio e pela maioria das vezes, por intermédio da casca. No Brasil, poucos são os levantamentos sobre a presença de salmonelas em ovos comerciais (Langoni et al., 1995). A maioria dos ovos comerciais é produzida por galinhas mantidas em gaiolas. Uma pequena cota é constituída por ovos de descarte de incubação que são produzidos por matrizes em ninhos com cama de maravalhas. Porção desses ovos, oriundos de reprodutoras, expõe defeitos pela casca que facilitam a passagem das salmonelas da superfície pra tuas estruturas internas aumentando o traço de contaminação. 1998, 1999). Todavia, a legislação brasileira ainda não prevê a armazenagem, o transporte e a comercialização de ovos de consumo ante refrigeração.A procura de Salmonella sp. 1.240 ovos comerciais de galinhas coletados no comércio varejista de Campinas-SP, no tempo de janeiro a março de 1995, nas tuas embalagens originais. Foram analisadas 124 demonstrações constituídas por 10 ovos cada. Os ovos de cada demonstração eram quebrados assepticamente e as cascas, colocadas em um saco plástico, eram trituradas manualmente. 25 gramas de cada demonstração de casca eram colocados em copos homogeneizadores de aço inox e triturados por um minuto pela presença de 225ml de água peptonada tamponada (APT).As gemas eram separadas das claras utilizando-se um separador doméstico, homogeneizadas em um Becker e pesadas 25g pra suspensão em 225ml de APT. Todo o equipamento utilizado era anteriormente esterilizado em autoclave. As claras eram desprezadas. Pros experimentos com contaminação e inoculação experimentais, foram utilizados ovos comerciais brancos obtidos de granja comercial, não lavados e sem nenhum método de limpeza prévia. Eles eram transportados ao laboratório e mantidos em temperatura lugar até o presente momento de exercício.Foi utilizada a cepa de SE, fagotipo 28, isolada de galinhas doentes (Ferreira et al., 1990), resistente a 100mg de ácido nalidíxico (Nal) por ml do meio de cultura. Pra contaminação, a cepa era cultivada em caldo triptona de soja por 18-vinte e quatro horas a 37ºC, com em torno de 108 unidades formadoras de colônia (UFC) por ml. A contaminação artificial por SE foi feita mediante contato dos ovos com maravalhas contaminadas.14/3/2018 17:20 Denunciar Todos da linha LG Optimus L e L II, Optimus 4X hd storage ibm Yamaha HPH-PRO300 ($$$$) cinco de Maio de 2018 às 10:Quarenta e um 3 - DriveImage XML Escolher hospedagem e servidor Selecione Administrar as configurações em 3D em Selecionar uma tarefaUtilizou-se esse procedimento por se assemelhar mais com a contaminação natural da casca dos ovos de reprodutoras do que outros métodos descritos pela literatura. Maravalhas ligeiramente umedecidas, anteriormente esterilizadas em autoclave, eram colocadas em sacos plásticos e aspergidas com a cultura de SE. Para a contaminação, os ovos eram depositados sobre o assunto elas, fazendo-se leves movimentos por 10 minutos. Em torno de 80 ovos contaminados pelo procedimento das maravalhas foram divididos em 2 grupos.Um era mantido em temperatura lugar, entre vinte e cinco e 28ºC, e o outro em geladeira, entre 4 e 8ºC. Os ovos mantidos em temperatura lugar foram examinados nos tempos de zero, 24, 48, 72, 168 e 336 horas pós-contaminação. Os refrigerados foram examinados nos mesmos tempos e bem como no tempo de 504 horas. 5 ovos de cada grupo eram usados nas análises de casca e gema, como antecipadamente relatado, em cada período. Em outro experimento foram utilizados 9 ovos contaminados em maravalhas e 5 ovos não contaminados como controle.Os contaminados foram divididos em 3 grupos de três ovos cada e 2 grupos foram imediatamente desinfetados. Bem como foi examinada a sobrevivência de SE em clara in natura, em clara batida e em glacê de clara. Em torno de 700 gramas de clara foram obtidos de ovos comerciais com a separação realizada conforme retratado anteriormente. Um ml da cultura de SE foi lentamente homogeneizado à mistura de claras. A clara in natura não foi submetida a nenhuma preparação. A preparação da clara batida foi feita com o uso de um misturador elétrico até se comprar uma consistência firme.O glacê foi preparado com clara e açúcar pela proporção de 1:Um usando-se um misturador elétrico. Cada uma das preparações foi dividida em duas porções e armazenadas em temperatura recinto e em geladeira. As amostras mantidas a 25ºC foram examinadas nos tempos de zero, 5 e vinte e quatro horas depois de preparo. As mantidas refrigeradas entre 4 e 8ºC, foram examinadas adicionalmente nos tempos de 48, noventa e seis e 168 horas após preparo.hd para servidor ibm o isolamento de Salmonella sp. APT como pré-enriquecimento, caldo tetrationato como enriquecimento seletivo, agar verde brilhante (AVB) e xilose lisina descarboxilase (XLD), agar tríplice açúcar e ferro (TSI) e agar lisina e ferro (LIA) como meios de triagem e as provas bioquímicas convencionas. Todos os meios foram incubados por vinte e quatro horas a 37ºC. As colônias bioquimicamente típicas para Salmonella sp.Seção de Enterobactérias do Instituto Adolfo Lutz de São Paulo. A contagem de SE na casca, gema, clara, clara batida e glacê nos experimentos com contaminação artificial foi feita na suspensão decimal das amostras e tuas respectivas diluições em APT. A contagem de SE na casca dos ovos foi feita por observação individual de cada ovo. Fazia-se o enxágüe da casca em sacos plásticos estéreis adicionando 5ml de APT, homogeneizando-se por 30 segundos. Logo em seguida, foram feitas diluições decimais em APT. Alíquotas de 0,1ml das diferentes diluições foram plaqueadas em duplicata pela superfície de placas de ágar MacConkey contendo 100mg de Nal por ml do meio de cultura pra impedir a presença de outros contaminantes.No isolamento de Salmonella sp. 1998, 1999). Pela maioria das vezes, as granjas não executam desinfecção da casca dos ovos e, alguma vezes, no momento em que limpam a casca, o exercem com água fria sem desinfetantes. BARROW, P.A. Salmonella control - past, present and future. ]BOARD, R.G. The course of microbial infection of the hens egg. ]BRADSHAW, J.G., SHAH, D.B., FORNEY, E. et al.Growth of Salmonella enteritidis in yolk of shell eggs from normal and seropositive hens. ]BRASIL. Regulamento da inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal. Brasília: Ministério da Agricultura e do Abastecimento. ]CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Portaria CVS-13/98 de 30/7/98. Manual de procedimentos e condutas pra controle higiênico e sanitário em estabelecimentos de alimentos. São Paulo, 1998. p.26-30. ]CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA.Portaria CVS-6/noventa e nove de 10/3/99. Regulamento técnico a respeito os parâmetros e critérios para o controle higiênico sanitário em estabelecimentos de alimentos. ]FERREIRA, A.J.P., ITO, N.M.K., BENEZ, S.M. et al. Infecção natural e experimental por Salmonella enteritidis em pintos. In: CONFERÊNCIA APINCO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA AVÍCOLAS. Anais. Campinas: FACTA, 1990. p.171. ]GARIBALDI, J.A. Factors in egg white with control growth of bacteria. Você pode cobiçar ver algo mais profundo relacionado a isso, se for do teu interesse recomendo navegador no blog que deu origem minha artigo e compartilhamento destas dicas, veja storage dell preço e leia mais sobre.

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